segunda-feira, fevereiro 28, 2005

Beijinho Grande

Que porra é esta?
Afinal o que é o Beijinho Grande? Alguém me sabe explicar?
Toda a gente se refere a isto, mas eu nunca vi. Nem sei se até há diferença do Grande Beijinho.
Quando me dizem Beijinho Grande eu só penso em lábios do tamanho duma boca da Moura Guedes ou assim do género e no fim uma nódoa negra na boxexa.
Eu disso fujo se puder. Fogo!!!

R.S.

Síndroma do adeus

Começo a estar chateado com a conversa.
Já não sei que dizer mais.
A conversa já vai longa, e eu começo a ter bretueja. E não sai dali. E o pior para vir... É normal numa conversa telefónica, uma pessoa no fim despedir-se. O que não é normal é a quantidade de tchau,tchau, tchau, tchau, tchau, tchau.... adeus, adeus, adeus, adeus, adeus, adeus, ..... até com um "abraço" ou o já falado "Beijinho Grande" a servir de cereja em cima do bolo. Porra!!!! As saudades dum beijo e um simples adeus. Ou até um "prazer em ouvi-lo"! "Até há próxima..." Mas não........... Temos de ter vergonha e receio de desligar o telefone ao primeiro adeus. Vontade de namorar com méles e meláço. Quem ganha com isso? As operadoras, claro está. O último adeus da última chamada que recebi, foi quase um "estou?!" da seguinte. 6 minutos e 13 segundos de tchaus e adeus. Eu já imaginava a pessoa com o cuspo no canto dos lábios,batido em castelo e as veias do pescoço salientes do esforço. E no arrepio do último fôlego ainda disse: Bem haja!! Haja paciência digo eu. tchau,tchau, tchau, tchau, tchau, tchau.... adeus, adeus, adeus, adeus, adeus, adeus, beijinho grande .....

R.S.

sexta-feira, fevereiro 25, 2005

Será?

Ocorreu-me talvez porque não percebo de metereologia, que se no Iraque orvalhar numa noite de frio, isso se chame de Geada Islâmica...

R.S.

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Cancioneiro alternativo

O MORDOCINTO tem a honra de iniciar a criação de um cancioneiro popular alternativo. Começamos com o conhecido « ó rama ai ó que linda rama» experimentem lá…

Ó traque ai ó que lindo traque
Ó traque de caganeira
já tenho mandado traques
que cheiram a tarde inteira.

que cheiram a tarde inteira
e cheiram a mau cheirar
Ó traque ai ó que lindo traque
eu não vou aguentar.

Eu gosto muito de ouvir
peidar a quem aprendeu
se houvera quem me ensinasse
quem se peidava era eu.

Ó traque ai ó que lindo traque
Ó traque de caganeira
por causa de tanto traque
tenho hemorroidas na peida.

Não tenho inveja de quem dá
traques e bufas aos montes
só tenho inveja de quem caga
atrás das moitas nas fontes.

M.C.

obrigado!!

Obrigado a todos os que já visitaram o nosso blog. Já atingimos a marca das 100 visitas. Divulguem-nos e deixem comentários. Se repararem, no fim de cada post está um envelope que ao ser clicado serve para enviar um e-mail para os vossos amigos com esse mesmo post. Não deixem de o fazer. Ajudem-nos a melhorar!
Um abraço

R.S & M.C.

quarta-feira, fevereiro 23, 2005

Calvície sexual

Pode ser considerado um tema tabu. Eu sei e corro o risco.
Sem querer entrar em filosofias, estive a reflectir sobre os carrapetos e a calvície sexual das mulheres e decidi avançar sobre o segundo tema para deixar aqui a minha preocupação sobre um problema que atinge um sem número de mulheres de todo o mundo.
Tem-me chegado ao mail umas imagens enviadas por certas pessoas pela qual nutro um carinho especial, preocupadas com essa doença, pois é rara a moça que não tenha um problema desses.
Não quer dizer que já não hajam farfalhudas, triângulos das bermudas, cristas de galo, ninho de piriquito, esfregão bravo, mas é cada vez mais raro. Em cada 100 pequenas, 95 tem queda de pêlo. Basta olhar e ver que não vai parar aqui...
Estou preocupado com o que pode acontecer. Olho e busco um pêlo.
Sem morada e sem identificação e nacionalidade, assim torna-se impossível a sua ajuda. Claro que há exepções e fico alíviado com notícias como: Amadora de Oeiras, Mais uma apanhada, etc...
Espero que melhorem e que não se escondam para a ajuda possível.
As melhoras.

R.S.

Luís de Camões

Já repararam que se o Luís de Camões não soubesse nadar se evitavam muitos chumbos no ensino secundário?!....

M.C.

Não haja confusão

Reveste-se de profunda importância a seguinte observação:
Não confundam secção com sexo grande...

M.C.

Será gay?

Muito se falou durante a campanha eleitoral sobre a possível rabetiçe do nosso futuro primeiro-ministro.
Pensem comigo, em diversas áreas há rabetas :
Música: F. Mercury dos Queen, Michael S. dos R.E.M..
Cinema: Billy Cristal.
Literatura: Oscar Wilde.
Filosofia: Muitos, muitos...
Isto são apenas alguns exemplos que enumerei, mas há muitos mais, é só pensarmos. Por isso eu digo, se o nosso futuro primeiro não é rabeta devia ser, porque a avaliar pelos exemplos que dei isso pode ser sinónimo de competência e como nós só queremos o homem para governar , o que ele faz ou não faz com o corpinho é com ele!

M.C.

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

Bifídus Activo

Perdoem os mais sépticos, mas não posso deixar passar a idéia que com os resultados das eleições de ontem, para a Assembleia da Républica eu tirei a seguinte conclusão: - Todos tomam Casei IMUNITASS. E isto porque duma forma ou doutra, estão habituados a bicho...
Imagino um mundo diferente. O mundo em Bifídus Activo e que lá agora haveria novos sabores: O sabor Portugal IMUNITASS, PSD IMUNITASS e PS IMUNITASS. Não sei quantos milhões caberiam dentro da garrafa, mas concerteza que quem o tomasse ficaria protegido.

R.S.

sexta-feira, fevereiro 18, 2005

Bicos...

Não sabem a satisfação que tenho, ao provar a mim próprio, aquilo que se chama de engate fácil...
Passo a explicar:
Chegar a uma padaria; Ganhar coragem; Esboçar um sorriso a mordiscar o lábio de baixo; Por vezes, até recorrer o uso dos dedos para dar a entender com mais facilidade, o número exacto; Fitar a empregada e dizer-lhe com satisfação: 5 bicos, por favor.
Sei que é um número que deixa muita gente sem fôlego e de barriga cheia. Mas entrar e dizer 1 bico ninguém se acredita. Será gozo!
O pior é a exclusividade do local. Certas pessoas não estão habituadas a mudar. Eu, por isso já experimentei com padeiros e moços com bigode fino da puberdade.
-25 bicos, por favor. Não se pode correr o risco de mostrar um ar de gozo nem de desrespeito. Nesse caso acrescenta-se, para cativar a atenção e se for cliente habitual - Gosto dos bicos daqui.

R.S.

Nós

A Espinha

Sei lá como se chegou a isto. A bacia até entendo que é mais facil do que chamar coxis. Mas espinha? E artelho? E caixa córnea? (bem, aqui até entendo já que salta à vista, muitas vezes...)
Será que no talho se deve pedir artelho e entrespinha de porco?
Deixo ao vosso critério.

R.S.

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Os Dedos

Cada vez que me apetece urinar, vem ao de cimo o que mais há de masculino em baixo.
Quantas vezes me apanho na casa de banho a pensar se devo lavar as mãos antes, se depois.
Mas se fôr depois questiono-me se lavar aqueles dois dedos, não será suficiente?
Vejo com frequência certos indivíduos a tomarem essa atitude de passar por água os dedos que utilizaram para segurar o dito, e nada mais tem direito ao vulgar banho de sabão e H2O. Não interessa a religião, a côr de pele ou o tamanho. Sempre dois dedos...
Será de nojo, ou porque estiveram a fazer repuxo?
Será para retirar alguma impressão digital deixada pelo morto?
Terá um significado para algum ritual mais obscuro?
E porque não, pergunto eu, lavar as mãos no inicio ao invés de ser no fim? Que saiba, aquela pele é das mais limpas, e de melhor tratamento que temos... Quantas vezes não se admira com júbilo tal jóia? As vezes que se poliu tal rosa do deserto merecerá no fim simplesmente dois dedos de lavagem?
No fim, é de ficar a olhar para um tipo com dois dedos esticados debaixo do secador. Deprimente!
O tipo que executa tal acto, para mim, só terá justificação se infelizmente tiver só dois dedos ou se pertencer ao Filo Arthropoda- vulgo, caranguejos e lagostas.
Gostava de acrescentar que se alguém vir num W.C. público uma pessoa junto a um lavatório com um bastão elétrico de 15.000v e uma carabina em riste, serei eu a fazer justiça pelas próprias mãos...
Tenho dito.

R.S.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

O cavalo na Batalha

Quando era puto , fiz o meu avô passar uma vergonha do caraças no mosteiro da Batalha.
Andavamos a visitar aquilo, e quando chegámos cá fora ao pé da estátua equestre, e estando já farto de ouvir o guia a gabar a perfeição da obra de arte, virei-me para o meu avô e disse:
«Oh avô! olha os tomates do cavalo»
O meu avô nunca mais se esqueçeu daquele dia...

M.C.

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Os mimos são nossos amigos; os Pierrots também

Se há coisa com que desatino são os mimos e os pierrots! Qual é a graça de ver um mimo em acção? um gajo mal vestido, com a fronha pintada de branco a fazer gestos com a boca sem sair som nenhum! Já imaginaram chegar ao pé de um mimo, dar-lhe um chapadão de criar bicho, e o gajo ficar impávido e sereno a gesticular e ainda por cima a rir! e só ao décimo estaladão, já com a farpela toda rasgada e a pintura quase a sair, é que ele esboça um ar de chateado, mas mesmo assim não fala... pareçe mal, pareçe muito mal! Que me perdoem os admiradores desta arte, mas comigo não funciona. Parece que estão a gozar com os mudos!!!!...
No que respeita aos pierrots além de mimos ainda têm um ar abichanado; e para piorar a coisa ainda andam com uma menina ao pé para disfarçar. Francamente pá, respondam-me só porque é que no dia dos namorados os pombinhos deste mundo trocam postais com pierrots? quererá dizer uma de duas coisas:
1º «Amor, toma este pierrot como prova do meu amor, mas... és um nadinha abichanado...»
2º «Amor, aí Jesus, toma este pierrot mas ... sê mais meiguinho, preferia que fosses abichanado! Cuidado! estou toda estoiradinha. »
Quer dizer, vai dar sempre ao mesmo. 'da-se!

M.C.

O Limão Verde

Nunca brinquem com um limão verde, especialmente junto a uma paragem de autocarro.
Uma senhora tipo cabeleira armada, 60 e poucos anos dentro dum trolei sentada, levou com um sem querer na cabeça desmaiando, depois de M.C. me ter dito: R.S. APANHA!!!
Como corremos...

R.S.

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

Tri-fosfato de adenosina

Isto aconteceu há uns anos atrás andava eu e o RS no liceu. Estávamos alcoolicamente bem dispostos mas a entrar na depressiva, entretanto aparece uma colega no pico de uma crise de adolescência, eu dei de frosques e o RS ficou a falar com ela. A rapariga falou, falou. Desabafou sobre os pais, o namorado que a deixou, as colegas que lhe davam para trás e a certa altura começou a chorar e fez a pergunta habitual :
«Oh RS tenho ou não tenho razão?» Ao que o RS como que a acordar de uma hibernação responde:
«Isso é tri-fosfato de adenosina....»
Meu Deus, o que o álcool faz ás pessoas!!!

M.C.

domingo, fevereiro 13, 2005

Pâncreas

Ainda sou do tempo em que nas matinés das discotecas à 4ªfeira, os meus amigos e amigas desapareciam porque tinham abordado ou tinham sido abordados, com um enigmático: "queres curtir comigo?". E depois se engalfinhavam durante uma tarde inteira num vão de escada, dentro da disco, junto doutros nas mesmas condições, a criar lordoses e bicos de papagaio nas costas tal as posições tomadas. Eu andava chocado e curioso com tal atitude e a pensar quando me chegaria a vez, pois já estava farto de acabar as tardes completamente sozinho na pista a fazer peões à minha volta...
A tipa mais feia da escola um dia, num intervalo, cometeu um erro de cálculo, porque se declarou a mim com toda a gente a vêr e com aquela voz que Camões apelidou de "canóra".
No fim perguntou-me " ...e tu não sentes nada por mim?". Eu estava hirto e frio. As atenções todas viradas para mim. Era a minha oportunidade de a convidar para ir curtir comigo pois ela tinha acabado de me dizer que me amava... Mas a única coisa que me saiu num folêgo foi :" Sim, sinto. Uma dor muito forte no pâncreas!!.............................................".Não consegui dizer mais nada. O pessoal tinha parado com o olhar que se tem nos jogos de ténis e só a olhar para mim.
O assunto mesmo assim ficou sanado...
Nunca ninguém me abordou por causa disto. Se calhar com medo.
Mas ainda hoje paira por cima de mim, a sombra do abutre pâncreático que me vai acompanhar para o resto da vida.

R.S.

sábado, fevereiro 12, 2005

A motoreta

Tinha 16 anos. O meu pai deu-me uma motoreta que era dele. A oferta seria boa se não fosse por se têr espalhado tanto a tentar aprender a andar nela.
Largava tanto óleo que na escola me chamavam de caga óleo tal o estado das minhas mãos.
Um dia, a motoreta não deu problemas e esse dia foi o mais feliz da minha vida.
Eu dava muitas boleias. Cheguei a dobrar o peso da carne das pessoas a que dei boleia em comparação ao peso do ferro da motoreta. Ainda hoje me questiono se as pessoas não tinham consciência do risco que corriam ou estavam a tentar o suicídio.
Mas fazia tudo dela. As miúdas olhavam para mim com um olhar misto de pena e de aventura pois havia um pouco de líbido espalhado naquele conjunto eu/motoreta.
Confesso que a tentei abandonar mas já era demasiada conhecida, e depois não sabia como apagar o rasto de óleo.
Seguirão depois outras hístorias daquela Casal Vilar de 49,9 cm3 com mudanças de punho.

R.S.

ai se o sutiã rebenta

Nos idos anos 80 quando andava no ciclo, chumbei no primeiro ano. Não por dificuldades pedagógicas mas por causa da professora de português. Não era gorda pelo corpo todo, tinha pernas finas, barriga pouco saliente e, meus amigos, tinha um par de mamas que faziam a Pamella Anderssen sair ao pai. Aparentemente seria uma situação quase masturbante mas o maior problema é que nós tinhamos medo que o sutiã rebentasse e ainda não estávamos em idade de esgalhar o pessegueiro, muito menos a pensar numa prof. Cada aula era uma tortura eu entrava e sentava-me com uma perna fora da carteira na esperança secreta de no caso do sacana do acessório rebentar eu seria o primeiro a fugir em direcção à porta. Que parvo que fui, nem aquela porra rebentou nunca, nem eu passei de ano. Avida tem destas coisas e no ano seguinte quando as hormonas já saltavam, ela foi minha professora na mesma, e eu em vez de a pôr na galeria das eleitas para a auto satisfacção, agarrei-me aos livros e lá passei de ano. A pré-adolescência é quilhada, 'da-se...

M.C.

esfolar a cabeça ao galo...

Quando tinha 8 anos a casa dos meus pais estava em construção. Um dos pedreiros que tinha saídas tão lindas como: «deixa-me largar o tijolo, vou arrear o calhau», virou-se para mim e perguntou:
«Já esfolas a cabeça ao galo?»
Eu respondi:
« Não porque tenho medo do sangue, a minha avó é que esfola e depois manda para cá»
O homem permaneceu calado.
Anos mais tarde, num momento de meditação cheguei à conclusão que o homem se referia a actividades com a finalidade de se tirar gozo pessoal através da manipulação dos orgãos genitais... a célebre punheta...!

M.C.

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Blog em destruição

Será por implusão, mas só depois da meia noite. Não se aceitam reclamações, nem nos responsabilizamos por danos ou furto nos veículos.
Por favor faça o seu comentário. Ajude-nos a parar...
Obrigado.